PROJETO FONOAUDIOLÓGICO

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Nesta página são apresentados materiais publicados em diversas mídias (impressa, internet, rádio, televisão, cimena, teatro etc.), todos relacionados à educação que ganharam destaque em nosso cotidiano, expondo o perfil e abrindo espaço para discussão sobre a realidade deste campo em nosso país.

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Site “Folha Online”. Texto publicado pela equipe de redação, 13 de março de 2009 às 08h57

Premiado “Entre os Muros da Escola” estreia no Brasil; veja trailer

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, do prêmio Lumière de melhor filme (concedido pela imprensa internacional na França), além de ter sido um dos indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro. É com esse invejável retrospecto que a produção francesa “Entre os Muros da Escola” (“Entre les Murs”, França, 2008) chegou às telas dos cinemas brasileiros.

entre-os-muros-da-escola-midia O trailer a seguir mostra trechos do filme – o quinto do cineasta Laurent Cantet -, adaptado do romance homônimo do jornalista e professor François Bégaudeau, que participou da elaboração do roteiro e interpreta o personagem principal. O longa-metragem explora o cotidiano de um problemático colégio parisiense.

http://www.youtube.com/watch?v=YD7CFS0mLaY

Culturas diferentes se confrontam em sala de aula durante o filme. Já o professor insiste em manter um ambiente de respeito e aplicação em sala de aula, mesmo vendo sua ética ser posta em teste.

O comportamento difícil dos estudantes põe em risco o entusiasmo do mal-remunerado François. Diante dessa situação, um dos métodos do professor para desafiar os alunos é ensinar um idioma diferente, em comparação ao falado diariamente pelos jovens alunos.

A equipe de jornalismo da questionou sobre a escolha do tema:

Folha (Silvana Arantes) – Por que o tema da escola? Laurent Cantet – Ao observar o que ocorre nessa etapa da vida, podemos abordar as questões principais com que somos confrontados na sociedade: que lugar ocupamos num grupo; que relação estabelecemos com a hierarquia e a disciplina; por que uma linguagem comum é importante? Uma sala de aula é um microcosmo que descreve mais largamente a sociedade. Também tinha vontade de filmar adolescentes, porque é o momento em que começamos a refletir sobre quem somos, o papel que teremos no mundo e que atitude teremos face a todas as questões. É o momento em que o senso crítico nasce.

Veja outras matérias sobre o filme no link http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u532054.shtml

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Noticiário “Terra”. Texto publicado pela equipe de redação, 18 de fevereiro de 2009 às 12h12

erro-ortografico-midia2Aprendizado de português fica abaixo do ideal, aponta estudo

Das 26 capitais brasileiras, apenas cinco alcançaram, em 2007, as metas em língua portuguesa propostas pelo movimento Todos pela Educação para a 4ª série. Já para os alunos de 8ª série, o cenário se inverte: todas as capitais, exceto Belém, capital do Pará, alcançaram o resultado esperado na disciplina.

Os dados, de acordo com o movimento, foram calculados a partir do resultado da Prova Brasil de 2007. A avaliação é feita pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) a cada dois anos em todas as escolas da rede pública da zona urbana do país, com mais de 20 alunos em cada série.

Das 21 capitais que não alcançaram as metas em língua portuguesa para a 4ª série, 14 apresentaram queda no percentual de alunos com aprendizado considerado adequado. Outras sete capitais registraram o que o Todos pela Educação classifica como “aumento insuficiente para alcançar as metas”.

Um dos destaques negativos, segundo o movimento, é a cidade do Rio de Janeiro. A capital fluminense, em 2005, registrava 33,05% dos alunos da 4ª série com aprendizado adequado mas, em 2007, os números caíram para 29,07%.

Já a avaliação de alunos da 8ª série indica que todas as capitais brasileiras registraram aumento no percentual de aprendizado adequado em língua portuguesa. Mas, os resultados, de acordo com o Educação para Todos, ainda mostram que a maioria dos alunos passa pela escola, porém não aprende o mínimo esperado.

O levantamento alerta que, no Brasil, menos de três em cada dez alunos da 4ª série aprenderam o que é esperado para sua série em língua portuguesa. Apesar de um resultado aparentemente positivo, a avaliação atesta que, na 8ª série, apenas três em cada dez estudantes possuem os conhecimentos adequados em sua série na mesma disciplina.

Os dados de aprendizado fazem parte do acompanhamento da Meta 3 do Todos Pela Educação, na qual o movimento defende que, até 2022, 70% ou mais dos alunos tenham conhecimento adequado às séries que cursam.

O texto foi extraído do link http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3582961-EI8266,00-Aprendizado+de+portugues+fica+abaixo+do+ideal+aponta+estudo.html

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Jornal “Folha de S. Paulo”. Texto publicado por Otávio Frias Filho, 04 de fevereiro de 2009

Ensino Superior e distante

Dados do Censo da Educação Superior de 2007 sugerem que o sistema de ensino de terceiro grau pode estar perto de alcançar um ponto de equilíbrio. Após vários anos em que a taxa de criação de novas instituições superiores beirava os 10% anuais, entre 2006 e 2007 ela foi de mero 0,5%, passando de 2.270 para 2.281 entidades.

Saturação do mercado, porém, não significa que as necessidades do país estejam atendidas. Se o número de matrículas aumentou 8% no período, o de formandos cresceu em ritmo mais lento (3%). Diminui a proporção entre alunos ingressantes e concluintes, que era de 46% em 2006 e caiu para 44% em 2007.

Mais preocupante é a queda no número de diplomados em cursos de formação de professores para o ensino básico. Em 2007, formaram-se 70.507 docentes, 4,5% menos que em 2006. Algumas das maiores reduções envolvem profissionais para ensinar disciplinas obrigatórias, como letras (-10%), geografia (-9%) e química (-7%).

Isso num país em que ao menos 300 mil professores carecem de qualificação apropriada para as aulas que ministram. Eis aí uma das principais deficiências da educação nacional. Ela só será sanada com o aprofundamento de uma política de revalorização da profissão, que começa por uma recomposição salarial mas não poderia esgorar-se nela.

Dada a urgência de preparar mais e melhores professores, há que lançar mão de todos os meios – como o ensino à distância, que permite levar a qualificação aonde ela é mais necessária. A boa nova do censo é que essa modalidade conta já com 370 mil matriculados (7% do total), contra 207 mil no ano anterior.

Falta agora criar as condições e os requisitos de qualidade para que esse potencial seja mobilizado na capacitação dos docentes de que o Brasil precisa. Caso contrário, resultará apenas em mais um canal de saturação.

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Blog “Na Mira do Leitor”. Texto publicado por Doralice Araújo, 18 de janeiro de 2009 às 12h05

Um convite à disseminação prazerosa da leitura

Sei que um dos grandes desafios da escola é despertar na criança e no jovem o prazer da leitura, sobretudo dos impressos, independente das obrigações escolares. As estratégias para disseminar o prazer de ler são inúmeras, mas poucas surtem os resultados esperados. Para da leitura despertar alegria e prazer bastam significativas ações, capitaneadas por mediadores competentes – e aqui é conveniente incluir os pais, os familiares próximos, amigos , projetos e a poderosa mídia impressa.

Ler é nada mais nada menos do que achar uma localização informativa, entender significados e registrar informações objetivas, concatenadas. Fácil, facílimo, sobretudo para quem realmente deseja atravessar o fabuloso mundo elaborado pelas letras e idéias. Quando um professor, os pais ou amigos leem com gosto e prazer não há criança ou jovem que resista. É preciso gostar de ler, de descobrir sentidos para que a leitura ultrapasse os limites de casa, da escola, do bairro, da cidade, do estado, da região, do país, do continente e do mundo. Ler, meu querido leitor, é uma porta aberta às novidades – e cada um de nós poderá atravessá-la quando quiser.

Tenho feito muitas crianças e jovens atravessarem o portal das informações com a leitura; depois, numa decorrência natural vem a da escrita , sempre consoante ao aprendizado e gosto pelo que se lê. Fácil, facílimo, basta bem planejar e envidar esforços objetivos – e não esmorecer nunca, porque é preciso mostrar a leitura como um farol, sempre iluminando as descobertas informativas.

Por que tão poucos leem?

Faltam leitores, de fato , na escola fundamental, porque se lá estivessem presentes as nossas crianças e jovens já teriam descoberto o fabuloso mundo oferecido pela leitura, não apenas a que decifra letras, mas também das cores, dos aromas, dos sons, das texturas e dos sabores. Faltam mediadores exemplares aos sentidos humanos – e quando estes forem maioria na escola a vida poderá ser bem melhor para todos. Desejar que este controvertido e contrastante país seja um lugar de leitores é ainda um sonho, mas não impossível. Basta melhorar a formação e as condições de trabalho e remuneração dos professores e teremos, portanto um pais de leitores, mas é também imprescindível grande vontade política aos que concentram o poder decisório ligado à educação neste Brasil, cheinho de contrastes e contradições.

O texto completo desta matéria está disponível no link http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/namira/

  1. Arthur,

    Este vídeo também é excelente:

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